sábado, 7 de maio de 2011

Perguntas e Respostas sobre TOC

TOC: Perguntas mais frequentes


John Greist
Professor de Psiquiatria Clínica, Universidade de Wisconsin; Comitê Científico da Fundação Internacional do
TOC
Maggie Baudhuin, MLS
Coordenadora, Instituto de Medicina em Madison


Quão comum é o TOC?


As nossas estimativas mais precisas indicam que 1 adulto entre 100 atualmente tenha TOC – o que seria entre 2 e 3 milhões de adultos nos Estados Unidos¹ ². Isto é aproximadamente o mesmo número de pessoas que vive na cidade de Houston, Texas. Há também, pelo menos, uma criança ou jovem entre 200 – ou seja, 500.000 – que tem TOC. Isto é um número parecido com o de crianças que tem diabetes. Isto significa que quatro ou cinco crianças com TOC poderiam estar matriculadas em qualquer escola de ensino básico de tamanho médio. Em uma escola de ensino médio de tamanho médio a grande poderiam existir 20 estudantes enfrentando os desafios causados pelo TOC³. O TOC afeta igualmente homens, mulheres e crianças de todas as raças e origens. 


Em que idade o TOC começa a se manifestar? 


O TOC pode começar a se manifestar a qualquer momento,
desde o jardim de infância até a idade adulta. Apesar do TOC poder ocorrer em idades precoces, existem duas faixas de idade em que o TOC geralmente se apresenta pela primeira vez. A primeira faixa é entre os 10 e os 12 anos, e a segunda faixa entre o final da juventude e o início da idade adulta.


O TOC é herdado geneticamente?


As pesquisas mostram que o TOC se manifesta entre familiares, sim, e que a genética provavelmente tem uma certa influência. Porém, parece que a genética só tem uma parte da responsabilidade de causar o transtorno. Ninguém sabe ao certo quais outros fatores poderiam estar envolvidos; talvez uma doença ou até o estresse comum do dia-a-dia possam induzir a atividade de genes associados aos sintomas do TOC.
Alguns especialistas acreditam que o TOC que começa na infância pode ser diferente do TOC que começa a se manifestar na idade adulta. Uma recente revisão de estudos com gêmeos³ mostrou que os genes tem uma participação maior quando o TOC começa na infância (45-65%), comparado ao TOC que começa na idade adulta (27-47%).


O TOC é um transtorno cerebral?


Pesquisas indicam que o TOC envolve problemas na comunicação entre a parte frontal do cérebro e estruturas
mais profundas. Estas estruturas cerebrais usam um mensageiro químico chamado serotonina. Imagens do
cérebro em atividade mostram também que, em algumas pessoas, os circuitos cerebrais envolvidos no TOC ficavam mais normais ou com medicamentos baseados em serotonina ou então com a terapia cognitivocomportamental
(TCC). Para mais informações sobre a técnica de TCC mais eficaz para o TOC, chamada de Exposição e Prevenção da
Resposta, vá para a página 8. Não existem exames laboratoriais ou de imagens do cérebro para diagnosticar o TOC. O diagnóstico é feito com base nas observação e avaliação dos sintomas da pessoa. 


Quais são os obstáculos mais comuns para um tratamento eficaz? 


Estudos mostram que as pessoas levam, em média, de 14 a 17 anos entre o momento em que o TOC começa até conseguirem um tratamento apropriado.
• Algumas pessoas optam por ocultar os seus sintomas, muitas vezes por medo de constrangimentos ou do estigma. Por conseguinte, muitas pessoas com TOC só procuram ajuda de um profissional da área da saúde mental muitos anos depois do começo dos sintomas.
• Até recentemente, havia menos consciência pública sobre o TOC, então muitas pessoas simplesmente não sabiam que os seus sintomas eram referentes a uma doença para a qual existe tratamento.
• A falta de treinamento apropriado de alguns profissionais da área da saúde mental com frequência leva a um diagnóstico errado. Alguns pacientes com sintomas do TOC consultam-se com vários médicos e despendem muitos anos em tratamento antes de receber o diagnóstico correto.
• Dificuldade em encontrar terapeutas nas redondezas que possam tratar o TOC efetivamente.
• Não ter condições financeiras para custear um tratamento apropriado.


Quão eficazes são os tratamentos para o TOC?


O melhor tratamento para a maioria das pessoas com TOC deveria incluir um ou mais dos seguintes quatro pontos: uma intervenção de TCC chamada Exposição e Prevenção da Respostas (ver página 8), um terapeuta com o devido treinamento (ver página 9), medicação (ver páginas 10-12), e o treinamento da família no sentido desta poder apoiar (ver páginas 14-15). A maioria dos estudos mostra que, em média, cerca de 70% dos pacientes com TOC beneficia-se ou de uma medicação ou então da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Os pacientes que respondem a uma
medicação geralmente mostram uma redução nos sintomas do TOC na medida de 40 a 60%, enquanto que os que respondem à TCC frequentemente registram uma redução nos sintomas do TOC na medida de 60 a 80%. No entanto, os medicamentos tem que ser tomados regulamente, e os pacientes devem participar ativamente da TCC para que estes tratamentos funcionem. Infelizmente, estudos mostram que pelo menos 25% dos pacientes com TOC recusam a TCC, e tanto quanto a metade dos pacientes com TOC abandonam os medicamentos devido a efeitos colaterais ou por outras razões.


¹ National Institute of Mental Health
² Ruscio AM, Stein DJ, Chiu WT, Kessler RC. “The epidemiology of obsessive-compulsive disorder in the National
Comorbidity Survey Replication.” Molecular Psychiatry. 2008 Aug 26.
³ March, J. & Benton, C. (2007). Talking Back to OCD. (pp.10-11). The Guilford Press.


Em breve mais informações aqui no blog e muito mais vídeos também...
Se você realmente está interessado em informações dê prioridade aos posts de informações e vídeos, pesquise e deixe os depoimentos meus, particulares, para ler depois... Afinal, cada pessoa é única, tendo ou não o mesmo problema... Bjs e saúde a tds!!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vídeos e informações novas...

A seguir entrevista da Roberta na TV - Alerj, queria que o Jô Soares a entrevistasse, me ajudem pedindo no site do Jô para entrevistar Roberta Rocha - diretora adiministrativa da Riostoc, ela é maravgilhosa e levaria seus conhecimentos a muitas pessoas através de um programa de alta audiência... Espero que gostem dos vídeos!!!












Um pequeno trecho com informações muito boas, depois eu irei colocar mais coisas aqui:


Fundação Internacional do TOC

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

O que é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

Imagine que a sua mente fique presa em um determinado pensamento ou em uma determinada imagem . . .
Então este pensamento ou imagem é reproduzido em sua mente, várias vezes, repetidamente, independentemente do que você faça...
Você não quer estes pensamentos – eles parecem uma avalanche...
Junto com os pensamentos vem uma sensação intensa de ansiedade...
A ansiedade é o sistema de alerta de seu cérebro. Quando você se sente ansioso, parece que você está correndo perigo. A ansiedade é uma emoção que lhe pede para responder, reagir, se proteger, FAZER ALGUMA COISA...
Por um lado, você pode reconhecer que este medo não faz sentido ou não parece ser razoável, mas ainda assim a sensação é de que o medo é muito real, intenso e verdadeiro...
Por que o seu cérebro mentiria?
Porque você estaria vivenciando sensações se estas não são verdadeiras?
Os sentimentos não mentem...
Infelizmente, no caso de você ter TOC, os sentimentos podem mentir. Se você tiver TOC, o sistema de alerta em seu cérebro não está funcionando corretamente. O seu cérebro está lhe dizendo que você está correndo perigo, quando você não está.
Quando cientistas comparam imagens de cérebros de grupos de pessoas com TOC, eles podem observar que, na média, algumas áreas do cérebro são diferentes das áreas do cérebro de indivíduos que não tem TOC.
Os indivíduos torturados com este transtorno estão desesperadamente tentando fugir de uma ansiedade paralisante e sem fim.

Como posso saber se eu tenho TOC?

Somente terapeutas treinados podem diagnosticar o TOC.
Eles irão procurar por três coisas:

- A pessoa tem obsessões.
- Ele ou ela apresenta comportamentos compulsivos.
- As obsessões e as compulsões tomam muito tempo e interferem em atividades importantes, às quais a  pessoa dá valor (trabalhar, ir à escola etc.)

Obsessões:


- Pensamentos, imagens ou impulsos que ocorrem repetidamente, e, para o portador, parecem estar fora de seu controle.
- A pessoa não quer estas idéias.
- Ele ou ela considera estas idéias indesejadas, e normalmente sabe que elas não fazem sentido.
- As idéias vêm com emoções desagradáveis como medo, nojo, dúvida, ou então a sensação de que as coisas têm que ser feitas de uma forma “correta”.
- As idéias tomam muito tempo e interferem em atividades importantes, às quais a pessoa dá valor (ter
uma vida social, ir ao trabalho, ir à escola etc.)


O que não são obcessões:

- É normal ter, ocasionalmente, pensamentos sobre ficar doente ou sobre a segurança das pessoas a com que as suas obsessões sumam.

Compulsões:

- Comportamentos ou pensamentos repetitivos, que a pessoa tenta neutralizar, compensar, ou então fazer falta com que as suas obsessões sumam.- Pessoas com TOC têm consciência de que isto representa somente uma solução temporária, mas por falta de uma forma melhor de lidar com o seu problema, elas acabam recorrendo à compulsão como uma saída temporária.- Podem também evitar situações que disparam as suas obsessões.

- Consomem muito tempo e interferem em atividades importantes, às quais a pessoa dá valor (ter uma vida social, ir ao trabalho, ir à escola etc.)
O que não são compulsões…

- Nem todos os comportamentos repetitivos ou “rituais” devem ser considerados compulsões. Rotinas executadas antes de dormir, práticas religiosas e aprender ou adquirir uma nova habilidade incluem a repetição contínua de uma atividade, e fazem parte do dia-a-dia e são bem-vindas.
-  Comportamentos devem ser avaliados dentro de seu contexto: arrumar e organizar DVDs oito horas por dia não deve ser considerado uma compulsão se a pessoa trabalha em uma locadora de vídeos.

Obsessões comuns no TOC*

Contaminação

Fluidos corporais (por exemplo: urina, fezes)
Germes/doenças (por exemplo: herpes, HIV)
Elementos contaminantes presentes no meio-ambiente (por exemplo: asbesto, radiação)
Produtos químicos para uso doméstico (por exemplo: produtos de limpeza, solventes)
• Sujeira
Perder o controle

Medo de agir com um impulso de se machucar
Medo de agir com um impulso de machucar outras pessoas
Medo de imagens violentas ou horríveis que aparecem em sua mente
Medo de gritar insultos ou palavrões
• Medo de furtar objetos

Perfeccionismo

Grande preocupação com simetria ou exatidão
• Grande preocupação com necessidade de saber ou lembrar
Medo de perder ou esquecer informações importantes ao jogar fora alguma coisa
Incapacidade de decidir entre manter ou descartar objetos
• Medo de perder coisas

Dano

Medo de ser o responsável por algo terrível que possa acontecer (por exemplo: incêndio, roubo)
• Medo de causar dano a outros por não ser cuidadoso o suficiente (por exemplo: deixar cair algo no chão no que alguém possa escorregar e se machucar)
Pensamentos indesejados sobre sexo

• Pensamentos ou imagens proibidos ou perversos sobre sexo
Impulsos sexuais proibidos ou pervertidos direcionados a outros
Obsessões sobre homossexualidade
Obsessões de cunho sexual que envolvam crianças ou incesto
• Obsessões sobre comportamento sexual agressivo direcionado a outros

Obsessões de cunho religioso (também chamados de Escrupulosidade)

Grande preocupação de ofender Deus ou blasfemar
• Preocupação excessiva com o que é certo/errado ou moralidade

Outras Obsessões

• Grande preocupação de contrair uma doença física (que não seja por contaminação, por exemplo, câncer)
• Idéias supersticiosas sobre números que dão sorte/azar, ou sobre certas cores

* Copiado/impresso com a permissão da New Harbinger Publications, Inc. Esta é uma adaptação do “Checklist
para Obsessões/Compulsões” que aparece em “Cognitive Therapy for Obsessive-Compulsive Disorder: A Guide
for Professionals” (2006), de S. Wilhelm e G. S. Steketee. http://www.newharbinger.com/


Compulsões Comuns no TOC*

Lavar e Limpar
Lavar as mãos de forma excessiva ou de uma determinada maneira
• Tomar banho de chuveiro, tomar banho de banheira, escovar os dentes, arrumar-se, executar rotinas de higiene pessoal, tudo de forma excessiva
Limpar objetos de uso doméstico ou outros itens, de forma excessiva
• Fazer outras coisas para prevenir ou eliminar contato com agentes contaminantes

Verificar

Verificar se você não causou/não vai causar danos a outros
Verificar se você não causou/não vai causar dano a si mesmo
Verificar se nada terrível aconteceu
Verificar se você não cometeu algum erro
Verificar algumas partes da sua condição física ou do seu corpo

Repetir

Reler ou reescrever
Repetir atividades rotineiras (exemplos: entrar ou sair de portas, levantar-se ou sentar-se em cadeiras)
Repetir movimentos corporais (exemplos: bater de leve, tocar, piscar)
• Repetir atividades em “múltiplos” (exemplos: executar uma tarefa três vezes porque três é um número “bom”, “certo”, “seguro”)

Compulsões Mentais

• Rever eventos mentalmente para prevenir danos (a si mesmo, a outros, para prevenir consequências terríveis)
Rezar para prevenir danos (a si mesmo, a outros, para prevenir consequências terríveis)
Contar durante a execução de uma tarefa a fim de terminar com um número “bom”, “certo”, ou “seguro”)
• “Cancelar” ou “Desfazer” (exemplo: substituir uma palavra “ruim” por uma palavra “boa” a fim de cancelar a palavra “ruim”)

Outras Compulsões

• Colecionar itens que acabam se amontoando desordenadamente em casa (também pode ser chamado de colecionismo)
Colocar as coisas nos seus lugares ou arrumá-las até “sentir que está certo”
Dizer algo, perguntar ou confessar a fim de reassegurar-se
• Evitar situações que possam desencadear as suas obsessões

* Copiado/impresso com a permissão da New Harbinger Publications, Inc. Esta é uma adaptação do “Checklist
para Obsessões/Compulsões” que aparece em “Cognitive Therapy for Obsessive-Compulsive Disorder: A Guide
for Professionals” (2006), de S. Wilhelm e G. S. Steketee. http://www.newharbinger.com/

Feriadão e recaídas...

Olha, aconteceu tanta coisa, que nem sei se lembro de tudo, então vou contar as coisas mais importantes, eu acho, bem estou em tratamento, estou bem de ânimo, faz tempo que não choro muito, toda hora, mas tive umas recaídas... Sábado do feriadão da páscoa eu recebi a visita das minhas primas lindas aqui em casa, e do Whesley tmb, bem foi maravilhoso, mas eu e minha mãe ficamos arrumando tudo desde quinta-feira, compramos coisas gostosas, fizemos gostosuras, arrumamos a casa, e quanto mais perto chegava do dia mais ansiosa eu ficava, na sexta a noite comecei a sentir dor de cabeça e enjoo, e depois falta de ar e coração acelerado, então fui dormir, quem disse que eu conseguia, virei pra um lado, virei para o outro, rolei na cama, fiz movimentos estranhos sem querer fazê-los, pensei coisas sobre o dia seguinte, pensei em me machucar mas não me machuquei, e a dor de cabeça, o enjoo e a falta de ar pioraram, e eu dormi e acordei várias vezes, depois das 6h da manhã finalmente peguei num sono bom, mas 7h minha mãe me chamou pra levantar, se não fosse a vinda da minha prima, algo que eu queria muito, não conseguiria me levantar da cama naquele dia, a vontade era de ficar lá pra sempre, mas me levantei, tentei tomar café da manhã por insistência da minha mãe, mas foi quase impossível, então eu fiz algumas coisinhas de última hora e liguei pra minha prima, ela disse que deveria sair depois do almoço, quase dei um treco com a notícia, pois ainda iria demorar mais algumas horas, então tentei almoçar, que dificuldade, comi praticamente nada, e senti as coisas ainda piores com mais dor de barriga e sei lá, muito mal, então minha mãe se distraiu cantando no karaokê e eu aproveitei e subi a lage de casa, lá achei que o vento me faria melhorar, mas minha mente começou a pensar coisas horríveis e aí piorei mais ainda, e comecei a chorar um pouquinho, então pra guentar ou melhor para aliviar e fazer aquilo passar, eu simplesmente não tive muita escolha e comecei a machucar o meu dedão do pé no canto da unha, até que minha mãe sei lá porque subiu lá e me viu agaxada, e perguntou o que eu tava fazendo no pé, eu levei um baita susto e disse que não tava fazendo nada, e fui salva pela chegada da minha prima, que alívio, então eu tremia muito desde quinta-feira e acho que minha mãe já havia reparado algo de errado, não queria que ela soubesse pq ela poderia me proibir de convidá-los novamente e de ir visitá-los, fiquei com muito medo disso... No domingo no Canal de Ponta Negra eu ainda cortei meu pá numa pedra, em dois lugares no mesmo pé que tava doendo o dedão, eu fiz um esforço de ir à praia mesmo com nojo de areia, pelas minhas primas, Fiquei com nojo quando meu pé tava todo doendo, e em qualquer posição que eu apoiasse no chão doía, encomodava, e a areia grudada na ferida tava infeccionando mais ainda meu dedão, então tentei fugir da areia, mas desisti, pois é muito difícil andar de um pé só na areia, tipo, eu então me contive a manter as mãos e os braços sem areia, tarefa complicada e quando o Whesley percebeu tentou jogar areia em mim, quase me desesperei, ainda bem que Alessandra estava lá pra brigar com ele e mandar ele parar, enfrentei bem o nojo de areia, eu acho, aí depois eu tentei conversar com minha prima e não consegui coragem, sei lá, até que a noite, ou mehor, de madrugada, eu escrevi uma cartinha pra ela e entreguei segunda de manhã bem cedo quando ela acordou antes de ir embora, tentei explicar tudo que tava sentindo e que fiz, e ela quiz ver meu dedão e me deu um nome de uma pomada pra eu passar, ela é enfermeira do bombeiro, e mandou bem no conselho, pois a pomada é maravilhosa, eu passei com cotonete pra não sentir nojo nas mãos, mas deu certo, só que durou pouco, uma colega minha do trabalho voltou pra escola e descobriu que eu tinha saído, não entendeu nada e veio atrás de mim, fiz umas coisas no computador pra ela e levei lá, mas neguei aos pouquinhos, meio que enrolando, ir até a escola ajudar ela numa tividade extra com a turma dela, tipo, eu fiquei desesperada só de imaginar o que as outras pessoas íam pensar e falar... Aí no sábado eu chamei minha amiga pra dormir lá em casa, pois estávamos preparando um estudo pro grupo jovem de domingo, aí ela ligou, me atrapalhou e me pediu mais coisas de computador, eu achei que poderia fazer segunda-feira, ou domingo a noite, mas domingo eu e minha amiga fomos convidadas pra fazer uma palestra pública com o nosso estudo, o que nos deixou nervosas, ansiosas, assustadas e preocupadas, estudamos o dia todo até chegar a hora, então gastamos muita energia pensando o dia todo, estudando dois dias diretos sem parar e até meia-noite no sábado, e acordamos cedo, 6h da manhã +ou-, foi de mais e cheguei esgotada, quando estava tentando acordar segunda minha mãe disse que todo mundo sairia para ir a Niterói comprar primeiramente o carrinho da minha sobrinha, e tive que ir também, falaram que íam voltar cedo, mas demoramos muito lá e cheguei exausta em casa, e nem consegui assistir Mentes em Choque, muito menos trabalhar no pc, eu apaguei antes da novela das 8 quer começa as 9h +ou- rsrsrsrrs, e então hj acordei e fui me aprontar pra ir a psicóloga no Rio no DPA da UFRJ, e não tempo de fazer nada a não ser ficar nervosa, deixar de atender um telefonema da minha colega e colocar o celular pra vibrar e começar a me machucar, quando cheguei no Rio, terminei de me machucar nos dedos das mãos, e quando em casa cheguei, antes da minha mãe chegar eu tmb me machuquei, só que com alicate de unha trancada no meu quarto, e desde semana passada que encontrei um recipiente pra guardar os pedacinhos que arranco de mim, que sempre tentei guardar pelo menos por alumas horas ou dias, e agora to colecionando pedaços de mim, e levo isso pra todos os lados comigo, não contei pra ninguém além da minha psicóloga pq achei isso doidera de mais pras pessoas entenderem... tive novamente, essa noite, aquele tipo de sonho onde fico sem alguma roupa em público e só me dou conta depois, dessa vez eu tava numa praia e depois de entrar na água reparei que tava com a parte de cima apenas do biquini, sem nada em baixo, então me abaixei, tentei me esconder e pedi pra minha amiga pegar um short pra mim, e ela trouxe um short que não era bem o que eu queria, mas coloquei mesmo assim, e com vergonha das pessoas terem reparado que eu fui pra água pelada na parte de baixo e com uma verdadeira selva a vista... foi cruel, um pesadelo horrível, detesto esses sonhos, sei lá pq sonho tanto com coisas assim, detesto isso, acordei de madrugada meio mal com o sonho, mas voltei a dormir, tenho comido razoavelmente bem, mas hj não quero comer e minha mãe quer que eu coma, disse que tava fazendo no computador as coisas pra minha colega, mas na verdade não estou, estou me sentindo muito mal, com dor de cabeça, enjoada, com o coração apertado, cansada, e pensando besteira desde ontem a noite, pensando em tentar me machucar feio novamente, com tesoura, faca, gilete, sei lá... Eu só queria sumir daqui ou que essa minha colega parasse de me ligar, já tenho umas 7 chamadas não atendidas dela, eu acho, e to com medo dela ligar aqui pra casa e aí eu terei que atendê-la nem que seja forçada por minha mãe,e nem sei como explicar, o que falar e me sentirei uma irresponsável, culpada, horrível, muito mal mesmo, eu queria sumir daqui agora ou chorar um bucado pra colocar pra fora o que to sentindo... E nessas últimas semanas minhsa manias e tiques tão mais forte, principalmente o de cutucar e supervisionar o cabelo, o de me machucar nos cantinhos das unhas, o de ranger os dentes, o de pular linhas, e alguns outros... E o pior não pude ir esse mês na Riostoc! =[
Acho que é isso! Bjks!!!